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Ideias bacanas para reutilizar tubos de papelão

Olá, pessoas!
Voltando a falar de duas coisas que gosto      muito:   Artesanato e reciclagem! Lembram  do post sobre Cds e DVDs velhos?
Agora é sobre uma outra paixão minha: Artesanato com papelão!
Ainda vou falar muito sobre isso – vão ter que me aguentar! rsrs -, mas hoje vamos ser mais específicas: Tubos de papelão, ou rolinhos… como queiram chamar.
Joga-fora-no-lixo
Perguntinha básica: Quando o papel higiênico e/ou papel toalha acaba o que você faz com os tubos de papelão?

Pois é, eu também jogava no lixo… até um tempo atrás! Agora eu guardo todos.
E de tanto falar sobre, comecei a ganhar também uns tubos bem maiores e mais resistentes.
Sempre me perguntam o que vou fazer com eles!
Abaixo, algumas ideias:

 

  Link da imagem e passo a passo: Casa de Retalhos  
LanternasLink da imagem e passo a passo: Just Crafty Enough
porta-pulseira-colaresLink da imagem e passo a passo: Painel Criativo
moldura Link da imagem e passo a passo: Made2Style
quadro Link da imagem e passo a passo: Revolutionaries
pufe-ou-mesaLink da imagem e passo a passo: esprit cabane
organizador Link da imagem e passo a passo: Revista Artesanato
Gostaram?
Em breve mais ideias, ok?
Bjnhos e até a próxima! o/
Dani

O remédio venceu… e agora?

Medicamentos.VencidosEmbora o primeiro pensamento seja o lixo, a gente sabe que esse não é o modo correto para descartá-los.
Só que na falta de informação, algumas pessoas - bem, a maioria – acaba por tomar duas decisões, penso eu:
1 – Lixo mesmo! E vale qualquer um: da cozinha, do banheiro, ralo, privada… qualquer lugar onde não deixe nenhum resquício do “crime”!
Esse pequeno gesto, pode até parecer inofensivo, mas o dano que isso provoca é bem significativo: Pode oferecer riscos à saúde e também ao meio ambiente, por conta da contaminação do solo e da água. Afinal, remédios são substâncias químicas.
Instalações de tratamento de água não têm medidas para filtrar essas drogas para fora da água e assim podem permanecer naquela linda, cristalina e aparentemente saudável que sai da sua torneira.
2 – Guardá-los! Então outros vencem e são guardados também e muito outros serão… Até que um dia a pessoa percebe que tem uma verdadeira farmácia em casa de medicamentos vencidos!
O “risco” nesse procedimento está em misturá-los com os novos e acabar tomando os vencidos… imagino.

Mas será que tomar medicamentos vencidos faz mal à saúde?tomar-remedios-vencidos
De acordo com determinação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) todos os fabricantes são obrigados a estampar nas embalagens, as datas de fabricação (mês e ano) e de validade (mês e ano), assim como o número do lote do medicamento.
Essa data-limite para utilização do produto é definida pela própria indústria farmacêutica, com base em testes específicos realizados sob rigoroso controle, para avaliar a estabilidade dos elementos ativos que constam da fórmula. Portanto, ela funciona como um fator de referência, que indica o fim do período de vida útil do medicamento. Ou seja, depois daquela data os laboratórios não mais garantem a capacidade de o produto preservar a potência, eficácia e segurança. Além de estarem dispensados de continuar os testes sobre a estabilidade das substâncias que compõem o medicamento.
É importante que saiba que os medicamentos vão perdendo a estabilidade lentamente a partir da data de fabricação, mas que o processo pode levar anos.
Então, se está com aquela dor de cabeça chata e você decidiu tomar um analgésico com data de validade vencida há dois ou três dias, talvez a única consequência seja que você vai ter de esperar mais um pouco pelo efeito, uma vez que o medicamento já pode ter perdido parte de sua eficácia.
No entanto, se for um remédio de uso contínuo, como os indicados para controle de doenças crônicas (por exemplo a hipertensão e o diabetes), um antibiótico para o tratamento de infecções, ou seja, drogas que perdendo a eficácia podem pôr a vida em perigo, o bom-senso manda não arriscar.
Pessoalmente, esse risco eu não corro. De maneira nenhuma tomaria, ou indicaria, ou sequer daria pra qualquer pessoa!
Imagina uma criança, um idoso ou uma grávida tomando remédio vencido! “Ah mas nesses casos…” Nem nesses casos e nem em caso nenhum!
O assunto é sério. É sobre saúde que falamos!
Tenha em mente que descartá-lo é sempre a melhor opção.

Onde descartar remédios vencidos?descarte-remedios-vencidos
A Anvisa criou um Grupo de Trabalho Temático (GTT Medicamentos) que reúne diversas entidades e representantes da indústria farmacêutica e da sociedade civil para discutir um modelo de Logística Reversa de Medicamentos.
Resumindo, o descarte funcionaria mais ou menos assim: o consumidor entregaria os medicamentos vencidos às farmácias, que passariam ao distribuidor e este ao fabricante, que ficaria responsável pela incineração dos remédios. Mas ainda não há prazo para o projeto sair do papel.
A boa notícia é que muitas farmácias já estão fazendo, de maneira voluntária, o descarte sem agredir o meio ambiente.
No site Ecomedicamentos, organizado por André da Silva Brites (enfermeiro e pesquisador da área de saúde), há uma relação dos postos de coletas que estão espalhados em diversas regiões do país, a maioria drogarias e supermercados.
Algumas dicas extraídas do site para efetuar o descarte adequado:
1. Verifique com frequência a data de vencimento dos medicamentos que você tem em casa;
2. Separe os remédios vencidos, como por exemplo pomadas, cartelas de comprimidos, vidros de xarope, spray, etc. e mantenha-os longe do alcance de crianças;
3. Dirija-se ao ponto de coleta mais próximo de sua casa e entregue os medicamentos ao farmacêutico responsável;
4. Se você tem agulhas ou lancetas usadas no tratamento de diabetes ou outras doenças,  junte-as em um recipiente rígido (garrafa Pet ou lata, por exemplo), lacre-o e leve-o até a unidade básica de saúde mais próxima de sua casa.

Fontes de pesquisa: Site Drauzio Varella,
Ecomedicamentos 
Saúde em primeiro lugar, não esqueçam.
Até a próxima!
Dani

Hora do Planeta 2012

Hora-do-Planeta-2012 A data para a mobilização mundial Hora do Planeta 2012 já está definida: é hoje, das 20h30 às 21h30.
Promovida pelo quinto ano consecutivo pela ONG internacional WWF, a ação convida pessoas de todos os cantos do planeta a ficar no escuro durante 60 minutos para mostrar que estão preocupadas e dispostas a fazer sua parte para combater o aquecimento global.

Esta será a quarta vez que o Brasil participará, oficialmente, da Hora do Planeta. Nos outros anos, não só sociedade civil mas também governos e empresas nacionais aderiram à mobilização e símbolos importantes do país - como o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, e o Auditório do Ibirapuera, em São Paulo - foram apagados durante os sessenta minutos.

Em 2012, a WWF pretende conseguir ainda mais adeptos para a iniciativa. No ano passado, 1 bilhão de pessoas participou da ação e, agora, a ONG internacional espera a adesão de cerca de 1,8 bilhão de cidadãos, de mais de 5250 cidades de 135 países de todos os cantos do planeta. Que tal aderir também? Apague as luzes da sua casa por uma hora no dia 31/03, a partir das 20h30, e, se possível, desligue também os aparelhos eletrônicos - como TV, computador e micro-ondas.

E, claro, adquira o hábito de economizar energia no seu dia a dia e não só na Hora do Planeta.

Original: Planeta Sustentável

Será o começo do fim das sacolas plásticas?

o fim das sacolas plasticas A partir de amanhã encerra-se a distribuição de sacolas plásticas descartáveis nos supermercados do estado de São Paulo. A decisão foi tomada depois de um acordo entre Campanhao governo do estado e a Associação Paulista de Supermercados (APAS) e faz parte da  Campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco.

Essa Campanha nasceu de uma experiência de sucesso na cidade de Jundiaí, interior de São Paulo. Foi em maio de 2011, dando continuidade às ações, que o presidente da APAS, João Galassi, assinou um Termo de Cooperação com o governo para expandir a medida para o Estado.
A data, 25 de janeiro, é simbólica e foi escolhida por ser comemorado o aniversário da cidade de São Paulo.

Não se trata de uma lei, mas de engajamento voluntário do setor supermercadista.
Como alternativa, nós (consumidores) poderemos trazer nossa própria sacola reutilizável (ecobag), comprar uma na loja (em torno de R$ 1,90) ou pagar R$ 0,19 a R$ 0,20 por sacolas feitas à base de milho, menos agressivas ao meio ambiente (dependendo de onde se decompor, é de 6 meses a 2 anos).

Importante! 
Uma pesquisa realizada na Universidade do Arizona e na Universidade Loma Linda, na ecobagCalifórnia, nos EUA, comprovou que a falta de higienização e cuidados com as sacolas reutilizáveis (ecobags) trazem sérios riscos à saúde.
Elas podem ser foco de contaminação por bactérias como E. coli e Salmonella, responsáveis por provocar sintomas como diarréia, dor abdominal e febre.

Como evitar isso?
-
limpeza semanal nas ecobags;
- separar as sacolas usadas para transportar alimentos crus dos demais e não carregar itens como roupas e livros nas sacolas de comida.
Não custa nada preservar a saúde.

Saiba porque as sacolas de plástico alcançaram o indesejado rótulo de “vilã” do meio ambiente:

- perigo para os animaisO plástico é feito de petróleo, matéria não renovável;
- sua produção gera rejeitos químicos e libera gases causadores do efeito estufa;
- o material não degrada na natureza (estima-se que leve entre 100 e 400 anos para se decompor);
- se jogado no lixão, atrapalha a degradação dos produtos nele
contidos;
- chega aos oceanos, onde causa morte de animais por asfixia e ainda pode liberar produtos tóxicos na água, atrapalhando o desenvolvimento dos peixes.

Apesar das sacolas plásticas representarem apenas 20% do volume total de lixo descartável, a iniciativa é muito válida. As pessoas, se não tinham, passam a ter mais consciência do valor que esse gesto tem. Todos serão diretamente atingidos pois faz parte do dia-a-dia. As pessoas serão meio que forçadas a terem uma mudança de hábito.
Agora, seria muito bom se os consumidores fossem beneficiados com dinheiro que os supermercados irão economizar, não?

E para você, será difícil aderir?

Até a próxima!

Os 10 mandamentos do usuário "verde" de tecnologia

o que fazer com o lixo eletronico[13] A popularização de produtos tecnológicos criou um problema que tende a se agravar ainda mais nos próximos anos: a questão do lixo eletrônico. Segundo a organização não-governamental Greenpeace, a cada ano os eletrônicos descartados somam até 50 milhões de toneladas de lixo -- “se a quantidade gerada anualmente fosse colocada em containers de um trem, seus vagões carregados dariam uma volta ao redor do mundo”, compara a ONG ambientalista.

lixo eletronico[7] Quando são jogados no lixo comum, as substâncias químicas presentes nos eletrônicos penetram no solo, podendo entrar em contato com lençóis freáticos – se isso acontece, substâncias como mercúrio, cádmio, arsênio, cobre, chumbo e alumínio contaminam plantas e animais por meio da água. Com isso, é possível que a ingestão dos alimentos contaminados intoxique os humanos.

Por isso, a preocupação dos consumidores de tecnologia não deve se restringir apenas à aquisição de novos produtos.
Com base nas dicas de especialistas, o G1 elaborou um guia para os usuários de tecnologia contribuírem com a redução do lixo eletrônico.

1) Pesquise
É importante descobrir se o fabricante tem preocupações com o ambiente e se recolherá as peças usadas para reciclagem, depois que o aparelho perder sua utilidade. Esta lista do Greenpeace (em inglês) classifica as companhias, de acordo com iniciativas ligadas ao ambiente.

2) Prolongue
Você não precisa trocar de celular todos os anos ou comprar um computador com essa mesma freqüência. Quanto mais eletrônicos adquirir, maior será a quantidade de lixo eletrônico. Por isso, cuide bem de seus produtos e aprenda a evitar os constantes apelos de troca.

3) Doe
Caso seja realmente necessário comprar um novo eletrônico quando o seu ainda estiver funcionando, doe para alguém que vá usá-lo. Dessa forma, ainda é possível prolongar a vida útil do aparelho e a pessoa que recebê-lo não precisará comprar um novo.

4) Recicle
Os grandes fabricantes de eletrônicos oferecem programas de reciclagem. Antes de jogar aquele monitor estragado no lixo, entre em contato com a empresa (via internet ou central de atendimento telefônico) e pergunte onde as peças são coletadas. Muitas assistências também coletam esse material.

5) Substitua
Procure sempre fazer mais com menos. Produtos que agregam várias funções, como uma multifuncional, consomem menos energia do que cada aparelho usado separadamente. Também vale minimizar o uso de recursos ligados ao ambiente: para que imprimir, se dá para ler na tela?

6) Informe-se
O usuário de tecnologia deve ser adepto ao consumo responsável, sabendo as conseqüências que seus bens causam ao ambiente. Por isso, é importante estar atento ao assunto - somente assim será possível eliminar hábitos ruins e tomar atitudes que minimizem o impacto do lixo eletrônico.

7) Opte pelo original
As empresas que falsificam produtos não seguem políticas de preservação do ambiente ou se responsabilizam pelas peças comercializadas, depois que sua vida útil chega ao fim. Por isso, é sempre importante comprar eletrônicos originais.

8) Pague
Os produtos dos fabricantes que oferecem programas de preservação ambiental podem ser mais caros -- isso porque parte dos gastos com essas iniciativas pode ser repassada para o consumidor. A diferença de preço não chega a níveis absurdos e por isso, vale a pena optar pela alternativa “verde”.

9) Economize energia
Na hora de comprar um eletrônico, opte pelo produto que consome menos energia. Além disso, o consumidor consciente deve usar fontes de energia limpa (como a solar) sempre que possível.

10) Mobilize
É importante passar informações sobre lixo eletrônico para frente, pois muitos usuários de tecnologia não se dão conta do tamanho do problema. Divulgue, mas evite aqueles discursos inflados e catastróficos dos “ecochatos”, que não são nada populares.

Até a próxima!