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Ideias bacanas para reutilizar tubos de papelão

Olá, pessoas!
Voltando a falar de duas coisas que gosto      muito:   Artesanato e reciclagem! Lembram  do post sobre Cds e DVDs velhos?
Agora é sobre uma outra paixão minha: Artesanato com papelão!
Ainda vou falar muito sobre isso – vão ter que me aguentar! rsrs -, mas hoje vamos ser mais específicas: Tubos de papelão, ou rolinhos… como queiram chamar.
Joga-fora-no-lixo
Perguntinha básica: Quando o papel higiênico e/ou papel toalha acaba o que você faz com os tubos de papelão?

Pois é, eu também jogava no lixo… até um tempo atrás! Agora eu guardo todos.
E de tanto falar sobre, comecei a ganhar também uns tubos bem maiores e mais resistentes.
Sempre me perguntam o que vou fazer com eles!
Abaixo, algumas ideias:

 

  Link da imagem e passo a passo: Casa de Retalhos  
LanternasLink da imagem e passo a passo: Just Crafty Enough
porta-pulseira-colaresLink da imagem e passo a passo: Painel Criativo
moldura Link da imagem e passo a passo: Made2Style
quadro Link da imagem e passo a passo: Revolutionaries
pufe-ou-mesaLink da imagem e passo a passo: esprit cabane
organizador Link da imagem e passo a passo: Revista Artesanato
Gostaram?
Em breve mais ideias, ok?
Bjnhos e até a próxima! o/
Dani

O remédio venceu… e agora?

Medicamentos.VencidosEmbora o primeiro pensamento seja o lixo, a gente sabe que esse não é o modo correto para descartá-los.
Só que na falta de informação, algumas pessoas - bem, a maioria – acaba por tomar duas decisões, penso eu:
1 – Lixo mesmo! E vale qualquer um: da cozinha, do banheiro, ralo, privada… qualquer lugar onde não deixe nenhum resquício do “crime”!
Esse pequeno gesto, pode até parecer inofensivo, mas o dano que isso provoca é bem significativo: Pode oferecer riscos à saúde e também ao meio ambiente, por conta da contaminação do solo e da água. Afinal, remédios são substâncias químicas.
Instalações de tratamento de água não têm medidas para filtrar essas drogas para fora da água e assim podem permanecer naquela linda, cristalina e aparentemente saudável que sai da sua torneira.
2 – Guardá-los! Então outros vencem e são guardados também e muito outros serão… Até que um dia a pessoa percebe que tem uma verdadeira farmácia em casa de medicamentos vencidos!
O “risco” nesse procedimento está em misturá-los com os novos e acabar tomando os vencidos… imagino.

Mas será que tomar medicamentos vencidos faz mal à saúde?tomar-remedios-vencidos
De acordo com determinação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) todos os fabricantes são obrigados a estampar nas embalagens, as datas de fabricação (mês e ano) e de validade (mês e ano), assim como o número do lote do medicamento.
Essa data-limite para utilização do produto é definida pela própria indústria farmacêutica, com base em testes específicos realizados sob rigoroso controle, para avaliar a estabilidade dos elementos ativos que constam da fórmula. Portanto, ela funciona como um fator de referência, que indica o fim do período de vida útil do medicamento. Ou seja, depois daquela data os laboratórios não mais garantem a capacidade de o produto preservar a potência, eficácia e segurança. Além de estarem dispensados de continuar os testes sobre a estabilidade das substâncias que compõem o medicamento.
É importante que saiba que os medicamentos vão perdendo a estabilidade lentamente a partir da data de fabricação, mas que o processo pode levar anos.
Então, se está com aquela dor de cabeça chata e você decidiu tomar um analgésico com data de validade vencida há dois ou três dias, talvez a única consequência seja que você vai ter de esperar mais um pouco pelo efeito, uma vez que o medicamento já pode ter perdido parte de sua eficácia.
No entanto, se for um remédio de uso contínuo, como os indicados para controle de doenças crônicas (por exemplo a hipertensão e o diabetes), um antibiótico para o tratamento de infecções, ou seja, drogas que perdendo a eficácia podem pôr a vida em perigo, o bom-senso manda não arriscar.
Pessoalmente, esse risco eu não corro. De maneira nenhuma tomaria, ou indicaria, ou sequer daria pra qualquer pessoa!
Imagina uma criança, um idoso ou uma grávida tomando remédio vencido! “Ah mas nesses casos…” Nem nesses casos e nem em caso nenhum!
O assunto é sério. É sobre saúde que falamos!
Tenha em mente que descartá-lo é sempre a melhor opção.

Onde descartar remédios vencidos?descarte-remedios-vencidos
A Anvisa criou um Grupo de Trabalho Temático (GTT Medicamentos) que reúne diversas entidades e representantes da indústria farmacêutica e da sociedade civil para discutir um modelo de Logística Reversa de Medicamentos.
Resumindo, o descarte funcionaria mais ou menos assim: o consumidor entregaria os medicamentos vencidos às farmácias, que passariam ao distribuidor e este ao fabricante, que ficaria responsável pela incineração dos remédios. Mas ainda não há prazo para o projeto sair do papel.
A boa notícia é que muitas farmácias já estão fazendo, de maneira voluntária, o descarte sem agredir o meio ambiente.
No site Ecomedicamentos, organizado por André da Silva Brites (enfermeiro e pesquisador da área de saúde), há uma relação dos postos de coletas que estão espalhados em diversas regiões do país, a maioria drogarias e supermercados.
Algumas dicas extraídas do site para efetuar o descarte adequado:
1. Verifique com frequência a data de vencimento dos medicamentos que você tem em casa;
2. Separe os remédios vencidos, como por exemplo pomadas, cartelas de comprimidos, vidros de xarope, spray, etc. e mantenha-os longe do alcance de crianças;
3. Dirija-se ao ponto de coleta mais próximo de sua casa e entregue os medicamentos ao farmacêutico responsável;
4. Se você tem agulhas ou lancetas usadas no tratamento de diabetes ou outras doenças,  junte-as em um recipiente rígido (garrafa Pet ou lata, por exemplo), lacre-o e leve-o até a unidade básica de saúde mais próxima de sua casa.

Fontes de pesquisa: Site Drauzio Varella,
Ecomedicamentos 
Saúde em primeiro lugar, não esqueçam.
Até a próxima!
Dani

Hora do Planeta 2012

Hora-do-Planeta-2012 A data para a mobilização mundial Hora do Planeta 2012 já está definida: é hoje, das 20h30 às 21h30.
Promovida pelo quinto ano consecutivo pela ONG internacional WWF, a ação convida pessoas de todos os cantos do planeta a ficar no escuro durante 60 minutos para mostrar que estão preocupadas e dispostas a fazer sua parte para combater o aquecimento global.

Esta será a quarta vez que o Brasil participará, oficialmente, da Hora do Planeta. Nos outros anos, não só sociedade civil mas também governos e empresas nacionais aderiram à mobilização e símbolos importantes do país - como o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, e o Auditório do Ibirapuera, em São Paulo - foram apagados durante os sessenta minutos.

Em 2012, a WWF pretende conseguir ainda mais adeptos para a iniciativa. No ano passado, 1 bilhão de pessoas participou da ação e, agora, a ONG internacional espera a adesão de cerca de 1,8 bilhão de cidadãos, de mais de 5250 cidades de 135 países de todos os cantos do planeta. Que tal aderir também? Apague as luzes da sua casa por uma hora no dia 31/03, a partir das 20h30, e, se possível, desligue também os aparelhos eletrônicos - como TV, computador e micro-ondas.

E, claro, adquira o hábito de economizar energia no seu dia a dia e não só na Hora do Planeta.

Original: Planeta Sustentável

Será o começo do fim das sacolas plásticas?

o fim das sacolas plasticas A partir de amanhã encerra-se a distribuição de sacolas plásticas descartáveis nos supermercados do estado de São Paulo. A decisão foi tomada depois de um acordo entre Campanhao governo do estado e a Associação Paulista de Supermercados (APAS) e faz parte da  Campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco.

Essa Campanha nasceu de uma experiência de sucesso na cidade de Jundiaí, interior de São Paulo. Foi em maio de 2011, dando continuidade às ações, que o presidente da APAS, João Galassi, assinou um Termo de Cooperação com o governo para expandir a medida para o Estado.
A data, 25 de janeiro, é simbólica e foi escolhida por ser comemorado o aniversário da cidade de São Paulo.

Não se trata de uma lei, mas de engajamento voluntário do setor supermercadista.
Como alternativa, nós (consumidores) poderemos trazer nossa própria sacola reutilizável (ecobag), comprar uma na loja (em torno de R$ 1,90) ou pagar R$ 0,19 a R$ 0,20 por sacolas feitas à base de milho, menos agressivas ao meio ambiente (dependendo de onde se decompor, é de 6 meses a 2 anos).

Importante! 
Uma pesquisa realizada na Universidade do Arizona e na Universidade Loma Linda, na ecobagCalifórnia, nos EUA, comprovou que a falta de higienização e cuidados com as sacolas reutilizáveis (ecobags) trazem sérios riscos à saúde.
Elas podem ser foco de contaminação por bactérias como E. coli e Salmonella, responsáveis por provocar sintomas como diarréia, dor abdominal e febre.

Como evitar isso?
-
limpeza semanal nas ecobags;
- separar as sacolas usadas para transportar alimentos crus dos demais e não carregar itens como roupas e livros nas sacolas de comida.
Não custa nada preservar a saúde.

Saiba porque as sacolas de plástico alcançaram o indesejado rótulo de “vilã” do meio ambiente:

- perigo para os animaisO plástico é feito de petróleo, matéria não renovável;
- sua produção gera rejeitos químicos e libera gases causadores do efeito estufa;
- o material não degrada na natureza (estima-se que leve entre 100 e 400 anos para se decompor);
- se jogado no lixão, atrapalha a degradação dos produtos nele
contidos;
- chega aos oceanos, onde causa morte de animais por asfixia e ainda pode liberar produtos tóxicos na água, atrapalhando o desenvolvimento dos peixes.

Apesar das sacolas plásticas representarem apenas 20% do volume total de lixo descartável, a iniciativa é muito válida. As pessoas, se não tinham, passam a ter mais consciência do valor que esse gesto tem. Todos serão diretamente atingidos pois faz parte do dia-a-dia. As pessoas serão meio que forçadas a terem uma mudança de hábito.
Agora, seria muito bom se os consumidores fossem beneficiados com dinheiro que os supermercados irão economizar, não?

E para você, será difícil aderir?

Até a próxima!

Os 10 mandamentos do usuário "verde" de tecnologia

o que fazer com o lixo eletronico[13] A popularização de produtos tecnológicos criou um problema que tende a se agravar ainda mais nos próximos anos: a questão do lixo eletrônico. Segundo a organização não-governamental Greenpeace, a cada ano os eletrônicos descartados somam até 50 milhões de toneladas de lixo -- “se a quantidade gerada anualmente fosse colocada em containers de um trem, seus vagões carregados dariam uma volta ao redor do mundo”, compara a ONG ambientalista.

lixo eletronico[7] Quando são jogados no lixo comum, as substâncias químicas presentes nos eletrônicos penetram no solo, podendo entrar em contato com lençóis freáticos – se isso acontece, substâncias como mercúrio, cádmio, arsênio, cobre, chumbo e alumínio contaminam plantas e animais por meio da água. Com isso, é possível que a ingestão dos alimentos contaminados intoxique os humanos.

Por isso, a preocupação dos consumidores de tecnologia não deve se restringir apenas à aquisição de novos produtos.
Com base nas dicas de especialistas, o G1 elaborou um guia para os usuários de tecnologia contribuírem com a redução do lixo eletrônico.

1) Pesquise
É importante descobrir se o fabricante tem preocupações com o ambiente e se recolherá as peças usadas para reciclagem, depois que o aparelho perder sua utilidade. Esta lista do Greenpeace (em inglês) classifica as companhias, de acordo com iniciativas ligadas ao ambiente.

2) Prolongue
Você não precisa trocar de celular todos os anos ou comprar um computador com essa mesma freqüência. Quanto mais eletrônicos adquirir, maior será a quantidade de lixo eletrônico. Por isso, cuide bem de seus produtos e aprenda a evitar os constantes apelos de troca.

3) Doe
Caso seja realmente necessário comprar um novo eletrônico quando o seu ainda estiver funcionando, doe para alguém que vá usá-lo. Dessa forma, ainda é possível prolongar a vida útil do aparelho e a pessoa que recebê-lo não precisará comprar um novo.

4) Recicle
Os grandes fabricantes de eletrônicos oferecem programas de reciclagem. Antes de jogar aquele monitor estragado no lixo, entre em contato com a empresa (via internet ou central de atendimento telefônico) e pergunte onde as peças são coletadas. Muitas assistências também coletam esse material.

5) Substitua
Procure sempre fazer mais com menos. Produtos que agregam várias funções, como uma multifuncional, consomem menos energia do que cada aparelho usado separadamente. Também vale minimizar o uso de recursos ligados ao ambiente: para que imprimir, se dá para ler na tela?

6) Informe-se
O usuário de tecnologia deve ser adepto ao consumo responsável, sabendo as conseqüências que seus bens causam ao ambiente. Por isso, é importante estar atento ao assunto - somente assim será possível eliminar hábitos ruins e tomar atitudes que minimizem o impacto do lixo eletrônico.

7) Opte pelo original
As empresas que falsificam produtos não seguem políticas de preservação do ambiente ou se responsabilizam pelas peças comercializadas, depois que sua vida útil chega ao fim. Por isso, é sempre importante comprar eletrônicos originais.

8) Pague
Os produtos dos fabricantes que oferecem programas de preservação ambiental podem ser mais caros -- isso porque parte dos gastos com essas iniciativas pode ser repassada para o consumidor. A diferença de preço não chega a níveis absurdos e por isso, vale a pena optar pela alternativa “verde”.

9) Economize energia
Na hora de comprar um eletrônico, opte pelo produto que consome menos energia. Além disso, o consumidor consciente deve usar fontes de energia limpa (como a solar) sempre que possível.

10) Mobilize
É importante passar informações sobre lixo eletrônico para frente, pois muitos usuários de tecnologia não se dão conta do tamanho do problema. Divulgue, mas evite aqueles discursos inflados e catastróficos dos “ecochatos”, que não são nada populares.

Até a próxima!

Joga fora no lixo… Mas qual lixo?

coletaseletiva7 Jogar lixo na rua, em terrenos abandonados… em qualquer lugar – menos no local correto – tem inúmeros resultados e todo mundo sabe quais são: de poluição do meio ambiente e riscos à saúde a um problema que só se percebe quando chove: alagamentos nas cidades.
Sim, isso pra não falar dos custos que esse lixo que produzimos todos os dias tem. E você sabe quem vai pagar por ele? 

O Brasil produz, atualmente, cerca de 228,4 mil toneladas de lixo por dia.
O chamado lixo domiciliar equivale a pouco mais da metade desse volume, ou 125 mil toneladas diárias.
Do total de resíduos descartados em residências e indústrias, apenas 4.300 toneladas, ou aproximadamente 2% do total, são destinadas à coleta seletiva. Quase 50 mil toneladas de resíduos são despejados todos os dias em lixões a céu aberto, o que representa um risco à saúde e ao ambiente.
Mudar esse cenário envolve a redução de padrões sociais de consumo, a reutilização dos materiais e a reciclagem, conforme a "Regra dos Três Erres" (Reduzir, Reutilizar, Reciclar) preconizada pelos ambientalistas.
A idéia é diminuir o volume de lixo de difícil decomposição, como vidro e plástico, evitar a poluição do ar e da água, otimizar recursos e aumentar a vida útil dos aterros.

Tempo de decomposição de alguns resíduos

Vidro: Indeterminado
Pneus: 600 anos 
Fralda descartável comum: 450 anos  lixo7
Tampas de garrafa: 150 anos
Plástico: 100 anos
Embalagens longa vida: até 100 anos
Copos de plástico: 50 anos
Nylon: mais de 30 anos
Lata de aço: 10 anos
Isopor: 8 anos
Chicletes: 5 anos
Toco de cigarro: 20 meses
Fralda descartável biodegradável: 1 ano
Pano: 6  meses a 1 ano
Palito de madeira: 6 meses
Papel: 3 a 6 meses

Saiba quais os tipos de lixo que podem ser recicladossimbolo_reciclagem15

  • no Lixo Comum:
    Papel: papel carbono, celofane, papel vegetal, termofax, papéis encerados ou palstificados, papel higiênico, lenços de papel, guardanapos, fotografias, fitas ou etiquetas adesivas
    Plástico: plásticos termofixos (usados na indústria eletroeletrônica e na produção de alguns computadores, telefones e eletrodomésticos), embalagens plásticas metalizadas (como as de salgadinhos)
    Vidros: espelhos, cristais, vidros de janelas, vidros de automóveis, lâmpadas, ampolas de medicamentos, cerâmicas, porcelanas, tubos de TV e de computadores
    Metais: clipes, grampos, esponjas de aço, tachinhas, pregos e canos
  • na Coleta Seletiva:
    Papel:
    papéis de escritório, papelão, caixas em geral, jornais, revistas, livros, listas telefônicas, cadernos, papel cartão, cartolinas, embalagens longa vida, listas telefônicas, livros
    Plástico: sacos, CDs, disquetes, embalagens de produtos de limpeza, PET (como garrafas de refrigerante), canos e tubos, plásticos em geral (retire antes o excesso de sujeira)
    Vidro: garrafas de bebida, frascos em geral, potes de produtos alimentícios, copos (retire antes o excesso de sujeira)
    Metais: latas de alumínio (refrigerante, cerveja, suco), latas de produtos alimentícios (óleo, leite em pó, conservas), tampas de garrafa, embalagens metálicas de congelados, folhas-de-flandres

Fonte: Uol

Até a próxima!

Dicas para o uso consciente da água

Dicas para o uso consciente da água Sem ela, não há vida. Por isso, a água é um dos bens mais preciosos do planeta.
Ela constitui 70% da Terra, mas, apesar da abundância, apenas 0,3% dos recursos hídricos estão disponíveis para o consumo humano, na forma de lagos, rios e lençóis subterrâneos.
Segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), essa quantidade seria mais que suficiente para a população mundial se o desperdício não ameaçasse nossas reservas de água doce.
“O Brasil, que detém 12% da água doce superficial do globo, sofre menos com a escassez. Em compensação, o desperdício e a poluição dos recursos disponíveis ameaçam o futuro do abastecimento e do desenvolvimento econômico do país”, alerta a arquiteta e urbanista Marussia Whately, especialista em recursos hídricos.
A orientação da ONU é para que cada pessoa utilize 50 litros de água por dia. Infelizmente, o brasileiro consome em média 187 litros diariamente, menos que os canadenses, que utilizam 600 litros, porém três vezes mais que o recomendado.

Abaixo algumas dicas acessíveis para que cada um comece (ou continue) a fazer a diferença:

  • Dentro de casa

- Tome banhos rápidos e desligue o chuveiro enquanto se ensaboa. Em oito minutos, uma ducha gasta, em média, 24 litros.
- Para escovar os dentes ou se barbear, use um pote d’água em vez da torneira.
- Prefira descargas em caixas acopladas, que podem gastar de 3 a 6 litros a cada acionamento.
- Antes de lavar a louça, panelas e talheres, remova bem os restos de comida de todas as peças e deixe-as de molho, se necessário. Ensaboe tudo, primeiro – mantendo a torneira fechada, claro! -, para depois, então, enxaguar de uma só vez. Um consumo de mais de 100 litros de água pode cair para menos de 20 litros.
- Racione o uso de copos e pratos para evitar lavar um volume desnecessário.
- Só acione a máquina de lavar roupa quando atingir sua capacidade total. Ela gasta 135 litros. No tanque, deixe as roupas de molho e use essa mesma água para ensaboá-las. A água do enxágue, tanto do tanque quanto da máquina, pode servir para lavar o quintal.
- Verifique sempre se há vazamentos.

  • Fora de casa

- Regador ou mangueira-revólver podem representar economia de quase 100 litros para molhar as plantas.
- Use vassoura em vez de mangueira para limpar pátios e calçadas. Dessa forma, você economiza cerca de 250 litros de água.
- Lave o carro somente uma vez por mês, com balde, e gaste 40 litros de água – muito menos do que se usasse a mangueira.

  • No trabalho

- Siga os mesmos princípios de uso inteligente da água que adota em casa.
- Comunique vazamentos aos responsáveis.
- Incentive a empresa onde trabalha a adotar equipamentos economizadores, como torneiras automáticas ou eletrônicas, reguladores de vazão ou arejadores, válvulas de descarga automática para mictório, válvulas de fechamento automático para chuveiro, descargas em caixa acoplada, entre outros.
- Sugira à empresa adotar programas de reutilização de água (implementado por alguns órgãos governamentais como a Companhia de Saneamento Básico de São Paulo – Sabesp), que podem ajudar na economia de muitos litros de água limpa no fim do mês.

Gostaram das dicas?
Até a próxima!

Carta escrita no ano de 2070

agua Ano 2070.
Acabo de completar 50 anos, mas a minha aparência é de alguém de 85. Tenho sérios problemas renais porque bebo pouca água.
Creio que me resta pouco tempo.
Hoje sou uma das pessoas mais idosas nesta sociedade. Recordo quando tinha 5 anos. Tudo era muito diferente. Havia muitas árvores nos parques. As casas tinham bonitos jardins e eu podia desfrutar de um banho de chuveiro por aproximadamente uma hora. Agora usamos toalhas em azeite mineral para limpar a pele. Antes, todas as mulheres mostravam as suas formosas cabeleiras. Agora, raspamos a cabeça para mantê-la limpa sem água. Antes, meu pai lavava o carro com a água que saía de uma mangueira. Hoje os meninos não acreditam que utilizávamos a água dessa forma.
Recordo que havia muitos anúncios que diziam para CUIDAR DA ÁGUA, só que ninguém lhes dava atenção. Pensávamos que a água jamais poderia terminar. Agora, todos os rios, barragens, lagoas e mantos aqüíferos estão irreversivelmente contaminados ou esgotados. Imensos desertos constituem a paisagem que nos rodeia por todos os lados. As infecções gastrointestinais, enfermidades da pele e das vias urinárias são as principais causas de morte. A indústria está paralisada e o desemprego é dramático. As fábricas dessalinizadoras são a principal fonte de emprego e pagam os empregados com água potável em vez de salário. Os assaltos por um litro de água são comuns nas ruas desertas. A comida é 80% sintética.
Antes, a quantidade de água indicada como ideal para se beber era oito copos por dia, por pessoa adulta. Hoje só posso beber meio copo. A roupa é descartável, o que aumenta grandemente a quantidade de lixo. Tivemos que voltar a usar as fossas sépticas como no século passado porque a rede de esgoto não funciona mais por falta de água.
A aparência da população é horrorosa: corpos desfalecidos, enrugados pela desidratação, cheios de chagas na pele pelos raios ultravioletas que já não têm a capa de ozônio que os filtrava na atmosfera. Com o ressecamento da pele, uma jovem de 20 anos parece ter 40. Os cientistas investigam, mas não há solução possível.
Não se pode fabricar água, o oxigênio também está degradado por falta de árvores, o que diminuiu o coeficiente intelectual das novas gerações. Alterou-se a morfologia dos gametas de muitos indivíduos. Como conseqüência, há muitas crianças com insuficiências, mutações e deformações. O governo até nos cobra pelo ar que respiramos: 137 m3 por dia por habitante adulto. Quem não pode pagar é retirado das "zonas ventiladas", que estão dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar. Não são de boa qualidade, mas se pode respirar. A idade média é de 35 anos. Em alguns países restam manchas de vegetação com o seu respectivo rio que é fortemente vigiado pelo exército.
A água tornou-se um tesouro muito cobiçado, mais do que o ouro ou os diamantes. Aqui não há árvores porque quase nunca chove. E quando chega a ocorrer uma precipitação, é de chuva ácida. As estações do ano foram severamente transformadas pelas provas atômicas e pela poluição das indústria do século XX. Advertiam que era preciso cuidar do meio ambiente, mas ninguém fez caso.
Quando a minha filha me pede que lhe fale de quando era jovem, descrevo o quão bonito eram os bosques. Falo da chuva e das flores, do agradável que era tomar banho e poder pescar nos rios e barragens, beber toda a água que quisesse. O quanto nós éramos saudáveis!
Ela pergunta-me:- Papai! Por que a água acabou? Então, sinto um nó na garganta! Não posso deixar de me sentir culpado porque pertenço à geração que acabou de destruir o meio ambiente, sem prestar atenção a tantos avisos. Agora, nossos filhos pagam um alto preço... Sinceramente, creio que a vida na Terra já não será possível dentro de muito pouco tempo porque a destruição do meio ambiente chegou a um ponto irreversível. Como gostaria de voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse isto...

...enquanto ainda era possível fazer algo para salvar o nosso planeta Terra!

"Crónicas de los Tiempos“, Abril de 2002.

Vagando na net, deparei com esse texto. Achei muito propício, por isso ‘catei’ ele.
Não vou falar mais nada – não agora, pelo menos -, a mensagem foi passada.
Só tenho uma pergunta a fazer: O que você esta fazendo pelo planeta?

Beijo e paz!
Das
P.S. Estou de volta!! \o/

Participe da Hora do Planeta!

hora do planeta No sábado, 27 de março (hoje!), entre 20h30 e 21h30 (hora de Brasília), o Brasil participa oficialmente da Hora do Planeta. Das moradias mais simples aos maiores monumentos, as luzes serão apagadas por uma hora, para mostrar aos líderes mundiais nossa preocupação com o aquecimento global.
A Hora do Planeta começou em 2007, apenas em Sidney, na Austrália. Em 2008, 371 cidades participaram. No ano passado, quando o Brasil participou pela primeira vez, o movimento superou todas as expectativas. Centenas de milhões de pessoas em mais de 4 mil cidades de 88 países apagaram as luzes. Monumentos e locais simbólicos, como a Torre Eiffel, o Coliseu e a Times Square, além do Cristo Redentor, o Congresso Nacional e outros ficaram uma hora no escuro. Além disso, artistas, atletas e apresentadores famosos ajudaram voluntariamente na campanha de mobilização. Clique aqui e veja a lista de quem já aderiu.
Em 2010, com a sua participação, vamos fazer uma Hora do Planeta ainda mais fantástica!
 
Saiba como você pode participar
Existem diversas formas de participação. A primeira delas é se cadastrar. É bem rápido. O cadastro dos participantes é a principal maneira que temos de avaliar quantas pessoas apagaram as luzes. Os participantes brasileiros serão somados com os de outros países, formando uma grande corrente pelo futuro do planeta.
O próximo passo é espalhar a mensagem da Hora do Planeta para o maior número possível de pessoas. Convide familiares, amigos, colegas e membros da sua comunidade para participarem também.
Se você utiliza as mídias sociais, como Orkut, Twitter, Youtube e Facebook, use essas ferramentas para falar com os seus amigos. Publique as notícias sobre a Hora do Planeta produzidas pelo WWF-Brasil. Dê o link para vídeos e fotos sobre o movimento postados na internet.
Para se cadastrar e saber mais informações, clique no banner abaixo: HoraDoPlaneta 

Dia Mundial da Água

Dia Mundial da Água Declaração Universal dos Direitos da Água

Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.