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A lição do sapinho

a licao do sapinho Era uma vez um grupo de sapinhos que organizaram uma competição.

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O objetivo era alcançar o topo de uma torre muito alta. 

Uma multidão se juntou em volta da torre para ver a corrida e animar os competidores...

A corrida começou...

Sinceramente:

Ninguém naquela multidão toda realmente acreditava que sapinhos tão pequenos pudessem chegar ao topo da torre.

E diziam coisas como: ''Oh, é difícil demais!! Eles nunca vão chegar ao topo. ''

ou: ''Eles não tem nenhuma chance... A torre é muito alta!''

Os sapinhos começaram a cair...
Um a um...

Só alguns continuaram a subir mais e mais alto...

A multidão continuava a gritar: ''É muito difícil!!! Ninguém vai conseguir!''

Alguns sapinhos se cansaram e desistiram...
Mas um continuou a subir e a subir... 28

Este não desistia! 
No final, todos os sapinhos tinham desistido de subir a torre, com exceção do sapinho que, depois de um grande esforço, foi o único a atingir o topo!

Todos os outros sapinhos queriam saber: Como ele conseguiu?

Um dos sapinhos perguntou ao campeão como ele conseguiu forças para atingir o objetivo.

E o resultado foi...

O sapinho campeão era surdo!!!

Moral da história:
Nunca dê ouvidos a pessoas com tendências negativas ou pessimistas...
Porque eles tiram de você, seus sonhos e desejos mais lindos.
Aquilo que o Senhor colocou no seu coração
!

E acima de tudo: 

Seja surdo quando as pessoas dizem que você não pode realizar seus sonhos!

Fonte: e-mail (Valeu Julinha)

Amigos em fábula...

Amigos em fábula Diz uma linda lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e em um determinado
ponto da viagem discutiram.
O amigo ofendido, sem nada dizer, escreveu na areia:

HOJE, MEU MELHOR AMIGO ME BATEU NO ROSTO.

Seguiram e chegaram a um oásis onde resolveram banhar-se.
O que havia sido esbofeteado começou a afogar-se sendo salvo pelo amigo.
Ao recuperar-se pegou um estilete e escreveu numa pedra:

HOJE, MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME A VIDA.

Intrigado, o amigo perguntou:

Por que depois que te bati, você escreveu na areia e agora que te salvei, escrevestes na pedra?

Sorrindo, o outro amigo respondeu:

Quando um grande amigo nos ofende, devemos escrever na areia onde o vento do esquecimento e do perdão se encarregam de apagar.
Porém quando nos faz algo grandioso, devemos gravar na pedra da memória e do coração; onde vento nenhum do mundo poderá apagar.

Deus nunca erra!

Deus nunca erra Um rei que não acreditava na bondade de DEUS tinha um servo que em todas as situações lhe dizia:
Meu rei, não desanime porque tudo que Deus faz é perfeito, Ele não erra!

Um dia eles saíram para caçar e uma fera atacou o rei. O seu servo conseguiu matar o animal, mas não pôde evitar que sua majestade perdesse um dedo da mão.

Furioso e sem mostrar gratidão por ter sido salvo, o nobre disse:
Deus é bom? Se Ele fosse bom eu não teria sido atacado e perdido o meu dedo.

O servo apenas respondeu:
Meu Rei, apesar de todas essas coisas, só posso dizer-lhe que Deus é bom; e ele sabe o por que de todas as coisas. O que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra!

Indignado com a resposta, o rei mandou prender o seu servo.
Tempos depois, saiu para uma outra caçada e foi capturado por selvagens que faziam sacrifícios humanos.
Já no altar, prontos para sacrificar o nobre, os selvagens perceberam que a vítima não tinha um dos dedos e soltaram-no: ele não era perfeito para ser oferecido aos deuses.

Ao voltar para o palácio, mandou soltar o seu servo e recebeu -o muito afetuosamente.
Meu caro, Deus foi realmente bom comigo! Escapei de ser sacrificado pelos selvagens , justamente por não ter um dedo! Mas tenho uma dúvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que você, que tanto o defende, fosse preso?

Meu rei, se eu tivesse ido com o senhor nessa caçada, teria sido sacrificado em seu lugar, pois não me falta dedo algum. Por isso, lembre-se: tudo o que Deus faz é perfeito

Ele nunca erra! Muitas vezes nos queixamos da vida e das coisas aparentemente ruins que nos acontecem, esquecendo-nos que nada é por acaso e que tudo tem um propósito. Todas as manhãs, ofereça seu dia ao Senhor Jesus.

Peça para Deus inspirar os seus pensamentos, guiar os seus atos, apaziguar os seus sentimentos. E nada tema, pois DEUS NUNCA ERRA!!!

Sabe porque você chegou até este blog e leu esta mensagem?
Eu não sei, mas Deus sabe, pois Ele nunca erra.......

O caminho de Deus é perfeito e a Sua Palavra sem impureza. Ele é o caminho de todos que Nele confiam, como diz em 2º Samuel - 22 - 31.

Com certeza essa mensagem chegou em boa hora até você.
Deus esta colocando em seu coração o desejo de passar essa mensagem para alguém, que deve estar precisando.
Deus sabe disso muito bem... Ele nunca erra!

Fonte: enviado por e-mail
Valeu, Adler!!

A parte que nos cabe

A parte que nos cabe Certa vez ouvimos uma fábula que nos fez refletir acerca dos ensinamentos que continha.
Tratava-se de um incêndio devastador que se abatera sobre a floresta.

Enquanto as labaredas transformavam tudo em cinzas, os animais corriam na tentativa de salvar a própria pele.

Dentre os muitos animais, havia uma pequena andorinha que resolveu fazer algo para conter o fogo. Sobrevoou o local e descobriu, não muito longe, um grande lago.

Sem demora, começou a empreitada para salvar a floresta.

Agindo rápido, voou até o lago, mergulhou as penas na água e sobrevoou a floresta em chamas, sacudindo-se para que as gotas caíssem, repetindo o gesto inúmeras vezes.

Embora não tivesse tempo para conversa fiada, percebeu que uma hiena a olhava e debochava da sua atitude.

Deteve-se um instante para descansar as asas, quando a hiena se aproximou e falou com cinismo: Você é muito tola mesmo, pequena ave! Acha que vai deter o fogo com essas minúsculas gotas de água que lança sobre as chamas? Isso não produzirá efeito algum, a não ser o seu esgotamento.

A andorinha, que realmente desejava fazer algo positivo, respondeu:
Eu sei que não conseguirei apagar o fogo sozinha, mas estou fazendo tudo o que está ao meu alcance. E, se cada um de nós, moradores da floresta, fizesse uma pequena parte, em breve conseguiríamos apagar as labaredas que a consomem.

A hiena, no entanto, fingiu que não entendeu, afastou-se do fogo que já estava bem próximo, e continuou rindo da andorinha.

Assim acontece com muitos de nós, quando se trata de modificar algo que nos parece de enormes proporções. Às vezes, imitando a hiena, costumamos criticar aqueles que, como a andorinha, estão fazendo sua parte, ainda que pequena. É comum ouvirmos pessoas que reclamam da situação e continuam de braços cruzados.

De certa forma, é cômodo reclamar das coisas sem envolver-se com a solução. No entanto, para que haja mudanças de profundidade, é preciso que cada um faça a parte que lhe cabe para o bem geral. Reclamamos da desorganização, da burocracia, da corrupção, da falta de educação, da injustiça, esquecendo-nos de que a situação exterior reflete a nossa situação interior.

Não há possibilidade de fazer uma sociedade organizada, honesta e justa se não houver homens organizados, honestos e justos.

Em resumo, para moralizar a sociedade, é preciso moralizar o indivíduo, que somos cada um de nós, componentes da sociedade. Se fizermos a nossa parte, sem darmos ouvidos às hienas que tentarão desanimar a nossa disposição, em breve tempo teremos uma sociedade melhorada e mais feliz.

A fábula da borboleta

A fábula da borboleta Um dia, numa pequena abertura apareceu em um casulo.
Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas...

Como ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.
Então, pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso.
Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.
O homem decidiu ajudar a borboleta: Pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo.
A borboleta então saiu facilmente.
Mas seu corpo estava murcho, era pequeno, e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar com o tempo.
Nada aconteceu!
Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas.
Ela nunca foi capaz de voar.
 


O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo
apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia para que o fluído do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estivesse pronta para voar, livre do casulo.

Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossas vidas.

Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, Ele nos deixaria aleijados.
Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido.

Nós nunca poderíamos voar...

Fábulas - Esopo

Fabulas Esopo Sinopse:
Figura supostamente lendária da Grécia antiga, Esopo passou á história como o primeiro fabulista. As fábulas de Esopo que chegaram até nossos dias foram compiladas por um monge bizantino do século XIV, Maximus Planudes, que escreveu ainda uma biografia do autor grego. Entre os títulos mais famosos figuram ”A raposa e as uvas”, ”O cachorro e o hortelão”, ”O leão e o rato” e ”As rãs que pediam rei”. A fábula é um gênero literário que veio do conto popular. São narrativas alegóricas em prosa ou em verso próximas do mito e da poesia. A principal diferença entre o conto e a fábula é que esta transmite uma lição de moral. A tradição esópica sempre deu ênfase á moralidade que é a verdadeira função da fábula.

Aproveito a oportunidade para começar uma nova categoria de coisas que adoro: Fábulas!!

Mais você sabe o que é uma Fábula?

Fábula (latim fari + falar e grego Phaó + dizer, contar algo) é uma narração breve, de natureza simbólica, cujos personagens por via de regra são animais que pensam, agem e sentem como os seres humanos. Esta narrativa tem por objetivo transmitir uma lição de moral.
O nascimento da fábula coincide com o aparecimento da linguagem. Antes de ser considerada um gênero passou dispersa na boca do povo. A fábula nasceu simultaneamente na África, na Europa e no Oriente.
As fábulas orientais foram passando da Índia para a China, ao Tibet e à Pérsia, terminando na Grécia com Esopo que soube adaptar as histórias orientais à sabedoria grega.
A motivação é de origem popular e o espírito geral é realista e irônico. São curtas, bem humoradas e suas mensagens e ensinamentos estão relacionadas com os fatos do cotidiano.

Os principais fabulistas: 

Esopo > nasceu na Grécia, no século VI antes de Cristo. Até hoje, o seu nome e a história de sua vida são cercadas de mistério. Dizem as lendas que era corcunda, gago e dono de uma rara inteligência. Contava histórias simples e divertidas, com lições moralistas, utilizando os mais variados animais como personagens. Uma biografia egípcia do século I conta que Esopo foi vendido como escravo a um filósofo que, admirado com o seu talento, lhe concedeu a liberdade.
Há diversas lendas sobre sua morte. Uma das mais trágicas diz que o fabulista grego teria sido lançado de um precipício, em Delfos, acusado de sacrilégio.
As fábulas de Esopo, compiladas por um monge bizantino do século XIV, inspiraram numerosos autores no decorrer da história.

Jean de La Fontaine > viveu no século XVII. Filho de burgueses, teve o apoio da nobreza para se dedicar à literatura. Escreveu poesias e adaptações de comédias. Porém, foram As fábulas, escritas em versos e reunidas em doze livros, publicados entre 1668 e 1694, que o tornaram conhecido no mundo inteiro.
Graças a uma apurada sensibilidade para mesclar imagens poéticas e de humor, as fábulas de Esopo ganharam vida nova com La Fontaine. Tornaram-se verdadeiros retratos da sociedade, com seus vícios, diferenças sociais e problemas.
O sucesso da obra garantiu a La Fontaine uma cadeira na Academia Francesa de Letras.
O "poeta da França" morreu em Paris, em 1695.

Fedro > poeta, filho de escravos, nasceu num país de língua grega, a Trácia.
Foi o introdutor do gênero fábula na literatura romana. Viveu no séc. I d.C., provavelmente alforriado pelo imperador Augusto e perseguido pelo ministro de Tibério, Sejano.
Fedro recontou as fábulas de Esopo em forma de poesia. Suas histórias mostram através da sátira sua revolta contra as injustiças e o crime.

A Raposa e o Cacho de Uvas
Esopo

Uma raposa faminta viu uns cachos de uva pendentes de uma vinha; quis pegá-los, mas não conseguiu.
Então, afastou-se murmurando:
"Estão verdes demais".

Moral: assim também, alguns homens, não conseguindo realizar seus negócios por incapacidade, acusam as circunstâncias.